A pedra e o papel
A partir do século XV, a história da família começa a ficar gravada em pedra e escrita em documentos com data. Cada prova tem um estado. Provado: a pedra está no sítio ou o documento foi visto, ou transcrito numa publicação oficial. Provável: o livro cita-o com cota, mas ainda ninguém o foi ver. Tradição: não há documento citado.
Provado 6 · fonte primária vista
- Pedra
Túmulo de Fernão de Freitas e da neta Mécia do Amaral · c. 1500
Inscrição gótica: «Aqui jaz Fernam de Freitas e sua neta Mesia do Amarall». Coincide com o livro.
Onde: Claustro da Colegiada de Guimarães (Museu de Alberto Sampaio) · Fonte: Pedra no sítio; guia do Museu de Alberto Sampaio
- Pedra
Capela de São Brás, fundada por Álvaro Gonçalves de Freitas · 1419
Mandada fazer em 1419 pelo vedor da Fazenda de D. João I.
Onde: Claustro da Colegiada de Guimarães · Fonte: Guia do Museu de Alberto Sampaio
- Pedra
Cartela da Capela de Nossa Senhora das Neves · 1748
«Esta capela é de Fernando Peixoto do Amaral e Freitas, Cavaleiro da Ordem de Cristo, e de sua mulher D. Maria Rosa Correia da Silva e de seus herdeiros».
Onde: Igreja de São Domingos, Guimarães · Fonte: Boletim DGEMN n.º 108 (1962), pp. 12–13 e 18–19
- Papel
Escritura de compra da Capela das Neves · 1748
Compra a 7 de março de 1748, por 100 000 réis.
Onde: Citada no Boletim DGEMN n.º 108 · Fonte: Boletim DGEMN n.º 108 (1962), publicação oficial que a transcreve
- Pedra
Escudo partido Amaral · Freitas sobre o arco · 1748
Armas de Fernando Peixoto do Amaral e Freitas (20.º grau).
Onde: Capela das Neves, São Domingos · Fonte: Boletim DGEMN n.º 108 (1962)
- Papel
Livro de Família, datilografado e com os brasões pintados à mão · 1944
140 páginas; doze brasões de António Pinto de Carvalho Freitas do Amaral.
Onde: Arquivo da família · Fonte: O próprio volume, auditado no n.º 1
Provável 5 · citado com cota, por consultar
- Papel
A Capela de São Brás entra na família pelos Laborão · c. 1609
Terá chegado por casamento com uma senhora Laborão, por volta de 1609. Os 11 administradores não são uma linha contínua desde 1419.
Onde: Arquivo Municipal Alfredo Pimenta (vínculo de São Brás) · Fonte: Livro de 1944; vínculo por consultar
- Papel
Carta de brasão de D. João V a Fernando Peixoto do Amaral e Freitas · 15-11-1738
Seis crescentes azuis em campo de ouro, cinco estrelas de ouro em campo vermelho; timbre: leão com uma acha de armas.
Onde: Cartório da Nobreza (Torre do Tombo) · Fonte: Livro de 1944, pp. 90, 93; original por consultar
- Papel
Carta de brasão das armas do Guardal · 1817
Escudo esquartelado: Sousa, Carvalho, Pinto e Silva.
Onde: Cartório da Nobreza, L.º VII, fl. 364 · Fonte: Livro de 1944; processo por consultar
- Papel
Manuscrito de c. 1609 sobre os Amarais · c. 1609
A primeira escada. Trasladado à mão em 1931 pelo Coronel Duarte do Amaral.
Onde: Arquivo da Sociedade Martins Sarmento · Fonte: Traslado de 1931 no Livro de 1944; original por consultar
- Papel
Sentença de 14-3-1660 (morgados de Sezim e Casa Nova) · 1660
Deu os morgados a Fernão de Freitas de Mesquita do Amaral (18.º grau).
Onde: Torre do Tombo; base Vinculum · Fonte: Livro de 1944; sentença por consultar
Tradição 1 · sem documento citado
- Papel
D. Afonso Hermiges, senhor da quinta de Amaral · c. 1235
Origem do apelido no tempo de D. Sancho II.
Onde: — · Fonte: Livro de 1944, p. 64; sem documento citado